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Diretoria Executiva presta esclarecimentos aos beneficiários do Fundo de Solidariedade

21 jan 2020 • Flávia Sapienza

Diretor Renato Chan explica qustões do Fundo de Solidariedade na sede da AfrespNo último dia 11 de janeiro, 21 associados titulares da Amafresp integrantes do Fundo de Solidariedade compareceram à sede da Afresp para participar da reunião convocada para discutir a situação financeira do Fundo e desdobramentos com o esgotamento de seus recursos.

O Fundo de Solidariedade foi criado em 16 de julho de 1996 para oferecer a seus participantes um complemento ao atendimento dos serviços de saúde da Amafresp, por meio da isenção da cobrança de coparticipação para os procedimentos realizados além do limite de quantidade estabelecida no regulamento da Amafresp.

O Presidente da Afresp, Rodrigo Spada, abriu os trabalhos realizando a leitura da convocação para a reunião, enviada em dezembro de 2019 para os titulares. Após explicar brevemente sobre os motivos da convocação, Spada passou a palavra para Renato Chan, Diretor Executivo da Amafresp, que apresentou a situação financeira do Fundo de Solidariedade dos últimos 15 anos e o fluxo operacional do processo de cobrança de coparticipação até a utilização dos recursos desse Fundo.

Nas palavras do Diretor, a demora de até dois anos no fluxo de cobrança se deve à necessidade de se aguardar prazos pré-determinados para encaminhamento de informações para a ANS, atrasos no envio das contas pelos prestadores e longas negociações relacionadas a contas que possuem itens glosados.

Outro tópico discutido durante o encontro foi a explicação sobre a necessidade de cobrança dos procedimentos realizados pelos seus participantes nos anos de 2016, 2017 e 2018, visto o exaurimento dos recursos do fundo.

Deixando claro que a reunião não tinha o poder de deliberação, mas que serviria de parâmetro para discussão na Diretoria Executiva, o Presidente Spada questionou a opinião da maioria dos presentes, que se manifestou pela cobrança por meio de um rateio igualitário entre todos os atuais integrantes ativos do Fundo, o que daria algo em torno de R$300,00 por beneficiário.

Quanto à continuidade do Fundo, pelo fato de não haver previsão em seu regulamento de novos aportes dos seus cotistas, o mesmo permanecerá com a sua utilização suspensa, sendo que a coparticipação referente ao ano de 2019 seguirá conforme as regras do regulamento da Amafresp.

Após o esclarecimento de outras dúvidas sobre aspectos legais e operacionais da Amafresp, a reunião foi encerrada.