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Comunicado sobre a febre amarela

19 jan 2018 • Fabieli de Paula

Devido à falta de vacinas na rede privada, principalmente na Capital, a Afresp não realizará campanha contra a febre amarela.

Caso o filiado seja imunizado em clínica não credenciada, haverá reembolso de R$134 por dose.

Alternativamente, ainda há opção pela rede pública, que iniciará sua campanha de vacinação no dia 25 de janeiro com a aplicação da dose fracionada.

A vacina confere imunidade 10 dias após a aplicação, aproximadamente. A utilização de repelentes também pode evitar a picada do mosquito, mas a vacina é a forma mais eficaz de combate.

Recomendada para crianças a partir dos 9 meses e adultos até 59 anos, a vacina só deve ser tomada por idosos após consultarem um especialista.

Procedimentos para o reembolso

O filiado deve encaminhar o recibo original em formulário próprio do prestador ou a nota fiscal eletrônica para [email protected]. O valor a ser ressarcido, conforme tabela da Amafresp, será de R$ 134 por dose. Confira as especificações do recibo aqui.

Rede Credenciada

 Consulte aqui a especialidade ‘Vacinas’ no Indicador Médico. 

Entenda a febre amarela

  • É uma doença infecciosa febril aguda provocada pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, em áreas florestais, e Aedes aegypti, em regiões urbanas. A incidência da doença tem ocorrido em áreas silvestres, próximas a florestas e parques onde foram localizados macacos mortos pelo vírus. A Organização Mundial de Saúde (OMS), porém, incluiu todo o estado de São Paulo, incluindo Capital, como área de risco.
  • O período de incubação ocorre de 3 a 6 dias após a picada do mosquito infectado e pode se estender por até 15 dias.
  • Alguns dos sintomas são semelhantes aos de uma gripe comum, confundindo o diagnóstico. São eles: febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, dores no corpo. O infectado também pode apresentar vômito, cor amarelada na pele e olhos e hemorragias na gengiva, nariz, estômago, intestino, além de sangue na urina.
  • Não devem tomar a vacina: mulheres grávidas e lactantes; pessoas imunodeprimidas; soropositivos; portadores de tumores malignos (incluindo leucemia e linfomas) ou doenças que alteram o funcionamento do timo (órgão do sistema imunológico); usuários de medicamentos derivados de cortisona ou pessoas que estiverem em tratamento com quimio/radioterapia; aqueles que tenham reações relacionadas a ovo de galinha e seus derivados.